“O tempo é uma ilusão. A única razão para o tempo existir é para que tudo não aconteça de uma vez”.
Albert Einstein

Pra começar esta reflexão, precisamos conceituar TEMPO.
“Duração relativa das coisas que cria no ser humano a ideia de presente, passado e futuro; período contínuo no qual os eventos se sucedem.” (Fonte: Oxford Language)
Este conceito está diretamente relacionado à consciência objetiva do ser humano, que se utiliza dos cinco sentidos – visão, audição, tato, paladar e olfato -, como referenciais para a observação do passado, presente e futuro.
Contudo, se tomarmos como referência nossa consciência subjetiva, cuja percepção se expande às potencialidades psíquicas que todos possuímos, a noção do tempo deixará de ter limites, expandindo-se aonde nossa “janela mental” estiver, seja em situações que nos marcaram emocionalmente no passado e para as quais podemos retornar, seja para uma projeção idealizada para o futuro, aonde nossa mente nos leva para a realização dos desejos!
A noção do aqui e agora, do momento presente, da percepção de cada ciclo respiratório é o que há de mais real em termos de “tempo”.
Estamos “aqui e agora”, e já não estamos mais!!! Cada “aqui e agora” é passado ao piscarmos os olhos…
Portanto, a noção mais realista do tempo, ao meu ver, é reconhecê-lo como conceito apenas material, jamais como marco definitivo, uma vez que, se também levarmos em consideração nossa percepção pessoal e subjetiva, o que ocorreu antes pode ter um valor ou um sentido diferente para cada observador, o que transforma a maneira como a situação foi interpretada e descrita.
O tempo válido para cada ser humano é o que o transporta e o faz (re)viver as percepções de valor, seja em qualquer “linha temporal” que sua consciência psíquica o leve!
Aos leitores, qual a sua percepção do tempo?
DB

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